Segunda, 19 de junho de 2017, 09h51
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Política / repasse na saúde

“No momento de dificuldade é melhor ajudar do que atrapalhar", diz Galli

A declaração foi feita durante entrevista na rádio Capital FM, nesta segunda-feira (19)



“No momento de dificuldade é melhor ajudar do que atrapalhar. Tá do jeito que a oposição quer e eles estão lá batendo palmas”, disse o deputado federal (PSC) e coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso em Brasília, Victório Galli (PSC).

 

A declaração foi feita durante entrevista na rádio Capital FM, nesta segunda-feira (19).

 

Questionado sobre a situação de Mato Grosso e a desenvoltura do governador Pedro Taques (PSDB) para resolver os problemas, Galli se limitou a falar.

 

“O PSC ele não é daquele tipo que quanto pior melhor. Nós trabalhamos e estamos ajudando o governador. Acompanhei o governador nas visitas no Estado e principalmente a palavra transformação. A dificuldade não está só em Mato Grosso. A dificuldade está em todos os Estados. Já temos o Rio de Janeiro que não tem dinheiro nem para pagar os aposentados. Aqui em Mato Grosso se não fosse o agronegócio, nós estaríamos na mesma linha, então o momento é de ver o lado dos trabalhadores e mato-grossenses”, disse.

 

Na semana passada, o governador esteve em Brasília com a bancada na tentativa de remanejar os R$ 80 milhões de emendas para o pagamento de dívida do Estado junto aos Hospitais Regionais.

 

O parlamentar disse que ainda não chegou a um entendimento e que aguarda planilhas do Estado serem encaminhadas.

 

“De fato essa reunião aconteceu na semana passada e o Taques esteve presente e lá explicou a situação da saúde e a bancada pediu para que o governador encaminhasse a planilha para falar sobre como está à saúde e para que de fato cada parlamentar vai fazer o seu estudo. Vamos ver o que vai acontecer nesse sentido. Acreditamos que só R$80 milhões não vai resolver o problema da saúde”, explicou.

 

Segundo Galli, a preocupação dos parlamentares quanto ao remanejamento é quanto a obra do novo Pronto-Socorro de Cuiabá.

 

“Vai continuar a dívida. A preocupação dos parlamentares nesse sentido é que se a verba, a princípio está sendo direcionada para compra de equipamentos do pronto-socorro, que se passar o dinheiro do Estado como que vai vir os equipamentos. Então estamos estudando com carinho qual será a melhor solução para isso. O governador está ciente. O governador vai ter que respeitar”.

 

Quanto a posição do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), o deputado federal disse que o administrador municipal vem acompanhando as negociações e aparenta preocupação com a verba para os equipamentos.

 

“Ele está de boa e prefere que seja mantida a proposta original. Que o dinheiro venha para o Estado e que possa comprar equipamento para o pronto-socorro. Ele não se opõem e está disposto a acatar o que a bancada decidir, mas a preocupação dele é se vir a inauguração do pronto-socorro, de onde vamos tirar dinheiro para os equipamentos”, finalizou.



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