Sexta, 19 de maio de 2017, 08h27
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Política / crise política

Leitão defende saída do PSDB do governo Temer e que ministra assuma presidência

O posicionamento de Leitão é referente a delação dos donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, que disseram à Procuradoria-Geral da República que gravaram Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha



O deputado federal Nilson Leitão (PSDB), por meio de nota, defendeu a saída imediata do PSDB do governo de Michel Temer, com entrega dos cargos pelos ministros da sigla, assim como, a disposição dos presidentes da Câmara e do Senado em abrirem mão da linha sucessória para a Presidência da República na vacância do cargo, permitindo que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lúcia, assuma o cargo interinamente.


O posicionamento de Leitão é referente a delação dos donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, que disseram à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso em uma das fases da Operação Lava Jato.


Confira a íntegra da nota

 

Diante da crise partidária que se abateu sobre o meu partido, e da convulsão institucional que já assolava o país há tempos e se agravou nas últimas 24 horas, gostaria de deixar clara a posição que defenderei:

 

- Defendi o Afastamento do senador Aécio Neves da presidência do PSDB,até que sejam esclarecidas as denúncias que pesam sobre ele;


- Desembarque imediato do PSDB do Governo de Michel Temer, com a entrega dos cargos pelos ministros do partido;


- Renúncia do presidente Michel Temer, para permitir que a estabilidade seja reestabelecida nesse momento tão crítico do país; Mesmo entendendo a melhora da economia e do emprego, é necessário estancar a crise imediatamente;


- Disposição dos presidentes da Câmara e do Senado em abrirem mão da linha sucessória para a Presidência da República na vacância do cargo, permitindo que a presidente do STF assuma o cargo interinamente;


- Condução de novo processo eleitoral pela presidente do STF, Carmen Lúcia, em no máximo 30 dias, como determina a Constituição Federal.



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