Terça, 05 de junho de 2018, 11h12
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Opinião

O grande desafio do Meio Ambiente

ssa data serve para nos lembrarmos da importância da conscientização sobre o meio ambiente em todos os sentidos

Hoje, 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. Data estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 15 de dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo, que abordou sobre o tema meio ambiente.

Essa data serve para nos lembrarmos da importância da conscientização sobre o meio ambiente em todos os sentidos. Com o crescimento da população, da urbanização e de setores importantes para o desenvolvimento da economia, há também aumento no desmatamento e degradação ambiental.

E os maiores prejudicados somos nós com reflexos diretos no aquecimento global e no ecossistema. O impacto gera maior consumo de matérias primas, descarte inadequado de resíduos sólidos, aumento da poluição entre outros problemas.

Em Mato Grosso, por exemplo, dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) aponta que o estado foi responsável por 72% do desmatamento na Amazônia Legal. Mato Grosso desmatou 154 quilômetros quadrados. Ao todo, foram detectados 214 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal.

Por ser líder na produção e exportação de bens e serviços ligados ao agronegócio, o setor encontra-se atualmente frente a um enorme desafio de aumentar a produção de alimentos e outros produtos agrícolas, sem causar a degradação do meio ambiente. Mato Grosso aumentou em 55% o desmatamento de 2017 para 2018, segundo dados do Imazon.

O setor primário corresponde ao campo das atividades econômicas referente à produção de matérias-primas, geralmente oriundos de recursos cultivados ou extraídos da natureza e que, posteriormente, são consumidos ou transformados em mercadorias. Essas atividades pertencem aos setores da agricultura, pecuária e extrativismo vegetal, animal e mineral.

Neste sentido, busca-se um novo modelo de agricultura, no qual, o aumento da produção de alimentos e da produtividade da terra ocorra sem que haja o comprometimento da base dos recursos naturais.

Temos que pensar em ações de reflorestamento, reposição dos recursos devastados, bem como em uma contribuição pela degradação ambiental e compensação financeira pelos excessivos aumentos das necessidades de serviços públicos, principalmente pelos danos na área da saúde.

Objetiva-se o desenvolvimento sustentável levando em consideração a capacidade de expansão proporcional do crescimento populacional, levando em conta as práticas e ações ambientalmente corretas, economicamente viáveis e socialmente justas.

Eis o grande desafio!

Ricardo Bertolini é presidente da Pública Mato Grosso – Central do Servidor e pré-candidato deputado estadual por Mato grosso pelo Partido Verde

 



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