Segunda, 17 de julho de 2017, 09h29
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Judiciário / grampos ilegais

Stringueta deixa investigações e novo delegado aguarda aval para assumir

sso porque, em entrevista a rádio Capital FM, nesta segunda-feira (17), Stringueta revelou estar fazendo tratamento médico e que deve se ausentar por 30 dias do serviço



O delegado da Polícia Civil, Flavio Stringueta, disse que o colega de instituição, Marcelo Torhacs, deve assumir as investigações dos grampos ilegais em Mato Grosso. Por enquanto aguarda o aval do degelado-geral, Fernando Vasco, para a mudança.

 

“Foi indicado pelo desembargador Orlando Perri e pensamos no nome do delegado Marcelo Torhacs que ele está na Delegacia de Roubos e Furtos. O Perri aceitou porque confia na gente, mas precisa passar pelo crivo do delegado-geral. Diria que essa investigação não vai ter o mesmo ritmo. Ela vai ficar melhor porque é uma pessoa mais nova na polícia, mais animada, com mais disposição e não está doente. Tenho certeza que ele vai dar as respostas melhor do que eu daria”, disse.


Isso porque, em entrevista a rádio Capital FM, nesta segunda-feira (17), Stringueta revelou estar fazendo tratamento médico e que deve se ausentar por 30 dias do serviço.

 

“O meu afastamento não teve nada a ver com o ofício. Todos que me conhecem sabem que esse tipo de embate me anima e fortalece. A minha saída foi uma decisão médica. O desembargador Perri, já tinha também visto a minha situação física que me encontro. A indisposição por conta de uma anemia e sangramento só aumenta. Os médicos suspeitam que seja uma doença que não tem cura, mas não é fatal. Eles me deram 30 dias para recuperação e espero que esteja em condições de voltar e ajudar o Perri nessa árdua tarefa para esclarecer os fatos e trazer a verdade para sociedade”.

 

Stringueta ainda rebateu a nota encaminhada à imprensa feita pelo procurador-geral de Justiça, Mauro Curvo. 

 

No documento, o promotor disse ter ‘tomado conhecimento de que havia sido nomeado um "Delegado especial" para investigar condutas, em tese, criminosas, imputadas pela OAB a membros do Ministério Publico, em total afronta ao ordenamento jurídico, uma vez que, tal investigação é, por lei, confiada ao Procurador-Geral de Justiça, encaminhou, imediatamente, ofício ao delegado alertando que, se fizesse tal investigação, incorreria em crime de usurpação de função e improbidade administrativa. Ressaltou, também, que não abriria mão de suas atribuições e que as exerce nos limites legais, assim como exige e respeita que outros assim o façam’.

 

“Diria que ficou pior do que estava. Deixou a situação pior. Ele se refere na nota que eu apenas não poderia investigar o MPE, mas no ofício ele coloca não só isso, como outras coisas. Isso demonstra um desconhecimento completo a respeito das investigações. Em nenhum momento estamos investigando o MPE. Sei das minhas atribuições e não preciso que um promotor de Justiça venha me dizer o que é crime ou deixa de ser. Sou técnico em direito. Tenho conhecimentos jurídicos que qualquer promotor. Ele foi infeliz na colocação. Não admito e não gosto de receber um ofício que me diz que minhas atitudes são criminosas. Faz uma denúncia que eu respondo na Justiça. As investigações vão continuar e vão para outro colega”, finalizou.



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