Segunda, 17 de julho de 2017, 08h26
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Esportes / Corinthians

Adauto pede mais dinheiro para liberar Arana no ano que vem

Diretor enfatizou que o Corinthians já rejeitou propostas por Guilherme Arana

Leonardo Campos

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Convidado do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, do último domingo, o diretor de futebol Flávio Adauto fez questão de reforçar que o Corinthians não está disposto a negociar o jovem lateral esquerdo Guilherme Arana antes do término do Campeonato Brasileiro.

 

O clube vislumbra a possibilidade de obter um lucro considerável em uma eventual venda do prata da casa.

 

“Todo o mundo divulga com frequência que existem propostas para o Arana. É o melhor lateral esquerdo do futebol brasileiro, um garoto de 20 anos, que não participou da nossa pré-temporada porque estava com o Maycon na Seleção Brasileira sub-20. Temos conversado com ele e mostrado que será importante ficar, porque valerá mais lá na frente”, comentou Adauto.

 

O Bordeaux, da França, já tentou envolver a transferência de Guilherme Arana na negociação pela manutenção do zagueiro Pablo, emprestado, no Corinthians. O CSKA, da Rússia, também demonstrou interesse na contratação.

 

Dono de 40% dos direitos econômicos de Arana, o Corinthians rejeitou as ofertas com a expectativa de arrecadar mais dinheiro com uma transação futura.

 

“Podemos fazer negócio, mas desde que seja um valor do interesse do Corinthians”, pontuou Adauto, antes de citar a outra condição do clube. “E ele só sairia a partir de janeiro. Quem quiser o Arana terá que esperar o começo da temporada.”

 

De acordo com o dirigente corintiano, Guilherme Arana concordou com a postura do clube. “Ele está dizendo que não quer sair, que quer ser campeão brasileiro pelo Corinthians. Já ganhou esse título em 2015, jogando as principais partidas porque o Uendel estava machucado”, recordou.

 

Flávio Adauto ainda acrescentou o zagueiro paraguaio Balbuena, que está na mira do futebol italiano, e “vários outros jogadores” na relação de quem pode deixar o Corinthians, mas prioriza a permanência até o final da temporada.

 

“A política do presidente Roberto de Andrade é para terminarmos o ano com o elenco forte, com o título brasileiro”, afirmou o diretor de futebol. “E dá para convencer os jogadores. Você pode ter poder persuasão, encontrando bons argumentos para eles ficarem”, concluiu.



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